Foi Bom, Meu Bem? (1980);
Cala a Boca Já Morreu (1981);
Bella, Ciao (1982 );
Xica da Silva (1987);
O Homem Imortal (1989);
O Parturião (1993);
O Livro de Jó (1993);
Burundanga, a Revolta do Baixo Ventre (1994);
O Anel de Malagão (1995);
Bar Doce Bar (1996);
Sacra Folia (1996);
Iepe (1997);
Um Trem Chamado Desejo (2000);
Masteclé (2001);
Nau dos Loucos (2001);
Auto da Paixão e da Alegria (2002)
Luís Alberto de Abreu é, segundo o Ministério da Cultura da Espanha, um dos mais importantes dramaturgos da atualidade. Pelo menos é assim que a publicação espanhola Escenarios de Dos Mundos se refere a ele. O elogio, claro, é muito bem-vindo, e os brasileiros concordam. Autor de mais de 20 peças teatrais – entre elas Bella Ciao, Cala a Boca já Morreu e O Livro de Jó , Luís Alberto também faz cinema e televisão. A próxima empreitada na telinha está prevista para este mês na Rede Globo. Trata-se da minissérie Hoje É Dia de Maria, adaptada por ele e dirigida por Luiz Fernando Carvalho. No depoimento a seguir, o autor fala do trabalho que desenvolve com dramaturgia na região do ABC de São Paulo e do projeto em parceria com o Sesc Itaquera.
