ANTÔNIO CALADO - ESCRITOR BRASILEIRO

Antônio Calado
Antônio Carlos Calado nasceu em Niterói (RJ) em 26 de janeiro de 1917. Formou-se em direito, mas já em 1937 abraçou a carreira jornalística, estreando como cronista e repórter no Correio da Manhã. Na Europa, trabalhou na bbc, em Londres (1942-1944), e na Radiodifusion Française, em Paris (1944-1946). Depois de seu regresso ao Brasil, foi redator-chefe do Correio da Manhã (1954-1959). Entre 1960 e 1963, foi redator-chefe da Enciclopédia Barsa, publicada no Brasil pela Encyclopaedia Britannica. Voltou ao Correio da Manhã, por pouco tempo, em 1964. Até 1975, foi editorialista do Jornal do Brasil.

Foi com a peça Pedro Mico (1957) que Antônio Calado, já conhecido como jornalista, despontou para o sucesso na criação literária. Dez anos depois, foi consagrado como escritor ao publicar Quarup (1967), romance cuja composição o absorveu por dois anos.

Como extensão de sua atividade na imprensa, publicou várias reportagens em livros, como O esqueleto da lagoa Verde (1957), Os industriais da seca e os "galileus" de Pernambuco (1959) e Tempo de Arraes (1965). Além de Pedro Mico, escreveu peças como O tesouro de Chica da Silva (1959) e Forró no Engenho Cananéia (1965). Como romancista, publicou ainda Assunção de Salviano (1954), A madona de cedro (1957), Bar Don Juan (1971), Reflexos do baile (1976), Sempreviva (1981), Concerto carioca (1985). Em 1994 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Morreu no Rio de Janeiro rj em 28 de janeiro de 1997.

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